A guerra continuava ao redor, os dragões estavam mortos, mas ainda restava o pior deles. Alguns demônios continuavam a atacar, mas os guerreiros ainda eram muitos.
Diana então, se reunira com os líderes e desenvolveria o plano para a morte do dragão rei e daquele que o guiava. Porém, neste exato momento, quando todos estavam prontos para ouvi-la, o enorme dragão surgiu no alto, fazendo com que a escuridão se tornasse em negrume total.
- Espalhem-se! – alguém gritou – e os guerreiros corriam para todos os lados, se preparando para a nova investida do inimigo.
Neste corre-corre, Eduardo e Yasmin ficaram separados, e em meio ao tumultuado caos, eles não conseguiam se localizar. Sendo assim, Eduardo só tinha uma escolha, montou em seu grifo e armado de sua lança alçou vôo sem medo da morte, pois com plano ou sem plano, Meriatan e o dragão deveriam morrer.
Yasmin corria o mais rápido que podia para acompanhar o grande lobo, ainda sem saber o que fazer para ajudar, foi quando ela viu Eduardo indo ao encontro de Meriatan. Sabendo que seu amado estava rumando à morte, num gesto desesperado, lançou uma rajada de vento e o fez ser jogado para bem longe do grande dragão.
Meriatan ria diante do pânico dos homens lá embaixo, enquanto o dragão rei soprava seu fogo destruidor. A cada investida dos humanos, suas vidas eram ceifadas. Todos estavam perdidos e desesperados, eles queriam acabar com aquela loucura porem, quanto mais tentavam menos êxito obtinham.
Yasmin percebendo que não podia fazer muito em terra, montou em um grifo de um mago que jazia em chamas, ela levantou consigo muita terra e vento para que Meriatan não pudesse localizá-la rapidamente. Ao se aproximar a certa distância, o dragão pressentiu sua presença e bufou labaredas sobre ela. Yasmin revidou com as forças do vento fazendo com que o fogo fosse ao encontro deles, mas Meriatan esquivou-se, e quando ela armou um contra-ataque, foi atingida por uma magia de Meriatan. O velho gargalhou: "Mas que jovem mais corajosa temos aqui, contudo, imprudente. Sinto muito, minha cara, mas a sua vida acaba agora." – E com leve gesto de mão, sem ao menos tocá-la, torceu o pescoço de Yasmin e ela caiu de seu grifo, sem vida.
Tannis viu quando o corpo de Yasmin caía e correu ao seu encontro. Ao chegar ao local da queda, lá estava Yasmin, o corpo estirado, todo quebrado, mas seu rosto era angelical, com apenas um fio de sangue escorrendo de seus lábios. Ele urrou, e seu urro atingiu longa distância, sua amiga estava morta.
Em meio à batalha, Eduardo ouviu o urro de Tannis e sabia que algo estava completamente errado. Aquele não era um urro de dor ou de vitoria, era um urro angustiante, como um verdadeiro agouro. Então, ele correu ao encontro do lobo, mas avistou um homem esguio, seminu, carregando um corpo, e o corpo que o homem carregava nos braços tinha longos cabelos castanhos, Eduardo reconheceu e correu mais ainda.
Encontrou-se com Tannis já em lágrimas, e arrancou-lhe Yasmin dos braços. Eduardo a apertava juntou ao peito e dizia: "Acorde Yas, não brinque comigo! Acorde já!"
Tannis tentou confortá-lo, mas ele afastou-se ainda abraçado ao corpo de sua amada. "Não! Ela está viva... eu sei que está. Acorde meu amor!"
Todos que viam aquela cena se emocionavam, mesmo estando em uma guerra onde a morte os rodeava.
Eduardo chorava silenciosamente, beijava a boca de sua amada e continuava a pedir que ela acordasse, mas num repente, ele gritou, e seu gritou foi mais dolorido que o de Tannis. Ele colocou o corpo de Yasmin gentilmente no chão e totalmente alucinado saiu em disparada, montando novamente em seu grifo.
Tannis o alcançou antes de sair voando: "Amigo, não faça a morte de Yasmin ser em vão. Fique e vamos traçar estratégias de ataque, pois sem isso não conseguiremos vencê-los."
Eduardo retirou a mão de Tannis de seu ombro e alcançou as alturas, agora nada o deteria. Estava mais que decidido, agora nada fazia sentido para ele, somente a morte daquele que destruiu sua Yasmin. Foi quando ele ouviu Jeliel falar dentro de sua cabeça: "Sei que sua dor é indizível, meu amigo, mas se está realmente decidido acabar com isso, vou lhe dizer como."
"Eu só posso estar tendo alucinação. – pensou Eduardo olhando para os lados – Mas alucinação ou não, você tem toda a minha atenção." – ele disse determinado.
"O dragão rei só pode ser destruído, se uma lança ou espada transpassar-lhe o coração, e assim também Meriatan, o mago. – ele fez uma pausa e continuou – Eu posso ajudá-lo entregando-lhe a minha espada. Ela é uma espada de arcanjo, resistente e longa o suficiente para perfurar o couro do dragão e transpassar-lhe o coração, juntamente com o coração do mago. Mas isso requer a sua vida, meu amigo."
"A minha vida de nada importa nesse momento, Jeliel. Eu aceito a sua oferta."
E assim, sabendo que tanto a sua vitória quanto a sua morte estava garantida, Eduardo empunhou a espada angelical de Jeliel. “Breve estaremos juntos novamente, Yasmin.” – ele fechou os olhos e seguiu para seu destino.
Diana então, se reunira com os líderes e desenvolveria o plano para a morte do dragão rei e daquele que o guiava. Porém, neste exato momento, quando todos estavam prontos para ouvi-la, o enorme dragão surgiu no alto, fazendo com que a escuridão se tornasse em negrume total.
- Espalhem-se! – alguém gritou – e os guerreiros corriam para todos os lados, se preparando para a nova investida do inimigo.
Neste corre-corre, Eduardo e Yasmin ficaram separados, e em meio ao tumultuado caos, eles não conseguiam se localizar. Sendo assim, Eduardo só tinha uma escolha, montou em seu grifo e armado de sua lança alçou vôo sem medo da morte, pois com plano ou sem plano, Meriatan e o dragão deveriam morrer.
Yasmin corria o mais rápido que podia para acompanhar o grande lobo, ainda sem saber o que fazer para ajudar, foi quando ela viu Eduardo indo ao encontro de Meriatan. Sabendo que seu amado estava rumando à morte, num gesto desesperado, lançou uma rajada de vento e o fez ser jogado para bem longe do grande dragão.
Meriatan ria diante do pânico dos homens lá embaixo, enquanto o dragão rei soprava seu fogo destruidor. A cada investida dos humanos, suas vidas eram ceifadas. Todos estavam perdidos e desesperados, eles queriam acabar com aquela loucura porem, quanto mais tentavam menos êxito obtinham.
Yasmin percebendo que não podia fazer muito em terra, montou em um grifo de um mago que jazia em chamas, ela levantou consigo muita terra e vento para que Meriatan não pudesse localizá-la rapidamente. Ao se aproximar a certa distância, o dragão pressentiu sua presença e bufou labaredas sobre ela. Yasmin revidou com as forças do vento fazendo com que o fogo fosse ao encontro deles, mas Meriatan esquivou-se, e quando ela armou um contra-ataque, foi atingida por uma magia de Meriatan. O velho gargalhou: "Mas que jovem mais corajosa temos aqui, contudo, imprudente. Sinto muito, minha cara, mas a sua vida acaba agora." – E com leve gesto de mão, sem ao menos tocá-la, torceu o pescoço de Yasmin e ela caiu de seu grifo, sem vida.
Tannis viu quando o corpo de Yasmin caía e correu ao seu encontro. Ao chegar ao local da queda, lá estava Yasmin, o corpo estirado, todo quebrado, mas seu rosto era angelical, com apenas um fio de sangue escorrendo de seus lábios. Ele urrou, e seu urro atingiu longa distância, sua amiga estava morta.
Em meio à batalha, Eduardo ouviu o urro de Tannis e sabia que algo estava completamente errado. Aquele não era um urro de dor ou de vitoria, era um urro angustiante, como um verdadeiro agouro. Então, ele correu ao encontro do lobo, mas avistou um homem esguio, seminu, carregando um corpo, e o corpo que o homem carregava nos braços tinha longos cabelos castanhos, Eduardo reconheceu e correu mais ainda.
Encontrou-se com Tannis já em lágrimas, e arrancou-lhe Yasmin dos braços. Eduardo a apertava juntou ao peito e dizia: "Acorde Yas, não brinque comigo! Acorde já!"
Tannis tentou confortá-lo, mas ele afastou-se ainda abraçado ao corpo de sua amada. "Não! Ela está viva... eu sei que está. Acorde meu amor!"
Todos que viam aquela cena se emocionavam, mesmo estando em uma guerra onde a morte os rodeava.
Eduardo chorava silenciosamente, beijava a boca de sua amada e continuava a pedir que ela acordasse, mas num repente, ele gritou, e seu gritou foi mais dolorido que o de Tannis. Ele colocou o corpo de Yasmin gentilmente no chão e totalmente alucinado saiu em disparada, montando novamente em seu grifo.
Tannis o alcançou antes de sair voando: "Amigo, não faça a morte de Yasmin ser em vão. Fique e vamos traçar estratégias de ataque, pois sem isso não conseguiremos vencê-los."
Eduardo retirou a mão de Tannis de seu ombro e alcançou as alturas, agora nada o deteria. Estava mais que decidido, agora nada fazia sentido para ele, somente a morte daquele que destruiu sua Yasmin. Foi quando ele ouviu Jeliel falar dentro de sua cabeça: "Sei que sua dor é indizível, meu amigo, mas se está realmente decidido acabar com isso, vou lhe dizer como."
"Eu só posso estar tendo alucinação. – pensou Eduardo olhando para os lados – Mas alucinação ou não, você tem toda a minha atenção." – ele disse determinado.
"O dragão rei só pode ser destruído, se uma lança ou espada transpassar-lhe o coração, e assim também Meriatan, o mago. – ele fez uma pausa e continuou – Eu posso ajudá-lo entregando-lhe a minha espada. Ela é uma espada de arcanjo, resistente e longa o suficiente para perfurar o couro do dragão e transpassar-lhe o coração, juntamente com o coração do mago. Mas isso requer a sua vida, meu amigo."
"A minha vida de nada importa nesse momento, Jeliel. Eu aceito a sua oferta."
E assim, sabendo que tanto a sua vitória quanto a sua morte estava garantida, Eduardo empunhou a espada angelical de Jeliel. “Breve estaremos juntos novamente, Yasmin.” – ele fechou os olhos e seguiu para seu destino.

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