Ana abriu seu caixão e ficou ali deitada, sorrindo e olhando para o teto pensativa, degustando o poder e a força que corriam pelo seu corpo. Pensava em como a noite fora boa, em como era bom estar bem alimentada e se divertir um pouco com a comida. Foi retirada de seus pensamentos pelo som de passos fortes, James havia se levantado e assim, ela decidiu ir em busca dos ruídos.
Encontrou James sentando, batendo os dedos na mesa e falando sozinho: “Onde ele poderia ter escondido isso?" – Ela ficou intrigada: “Escondido o que?” - Ele estava tão concentrado que não havia sentido a presença dela. Olhou-a com desprezo e entrou em sua mente sussurrando: "Não é da sua conta!" - Ana não acreditava nas mudanças repentinas de humor que ele tinha, hora tão calmo e hora tão maquiavélico com relação a ela. "Desculpe-me, achei que poderia ajudar em sua busca." – ela falou com sinceridade. Em um piscar de olhos, James estava em sua frente e a agarrou pelo pescoço, prendendo-a contra a parede, levantando-a do chão: "Eu já lhe disse que não é da sua conta! Se um dia você merecer, te contarei, mas por enquanto, não é da sua conta e se eu precisar da sua ajuda, eu pedirei.” - Ele a soltou, Ana caiu no chão com a mão no pescoço, pensando em como ele era tão forte, como conseguia dominá-la daquela forma, e ficava irritada em saber que o criador era mais forte. Em sua cabeça, ela pensava que deveria ser mais forte afinal, as futuras gerações tinham que superar as passadas, mas ela era ainda muito fraca, pois James controlava a alimentação. deixando que ela se alimentasse apenas do mínimo.
Neste momento, ouviram batidas na porta da frente do castelo. Quem poderia ser a essas horas da noite? Sendo que geralmente, eles não recebiam muitas visitas...
Encontrou James sentando, batendo os dedos na mesa e falando sozinho: “Onde ele poderia ter escondido isso?" – Ela ficou intrigada: “Escondido o que?” - Ele estava tão concentrado que não havia sentido a presença dela. Olhou-a com desprezo e entrou em sua mente sussurrando: "Não é da sua conta!" - Ana não acreditava nas mudanças repentinas de humor que ele tinha, hora tão calmo e hora tão maquiavélico com relação a ela. "Desculpe-me, achei que poderia ajudar em sua busca." – ela falou com sinceridade. Em um piscar de olhos, James estava em sua frente e a agarrou pelo pescoço, prendendo-a contra a parede, levantando-a do chão: "Eu já lhe disse que não é da sua conta! Se um dia você merecer, te contarei, mas por enquanto, não é da sua conta e se eu precisar da sua ajuda, eu pedirei.” - Ele a soltou, Ana caiu no chão com a mão no pescoço, pensando em como ele era tão forte, como conseguia dominá-la daquela forma, e ficava irritada em saber que o criador era mais forte. Em sua cabeça, ela pensava que deveria ser mais forte afinal, as futuras gerações tinham que superar as passadas, mas ela era ainda muito fraca, pois James controlava a alimentação. deixando que ela se alimentasse apenas do mínimo.
Neste momento, ouviram batidas na porta da frente do castelo. Quem poderia ser a essas horas da noite? Sendo que geralmente, eles não recebiam muitas visitas...

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